Tolinha, meu Deus, como eu sou tolinha!
A minha capacidade de enxergar o que acontece debaixo do meu nariz vem diminuindo consideravelmente. Para ser mais franca, acho que não se trata de capacidade e, sim, de querer enxergar.
Você vem e veste a sua fantasia de bom moço e eu fico êxtasiada com isso. Sempre te achei lindo bancando o bom moço, chego até a acreditar que tenha sido isso que me fez apaixonar por você. O sorriso de canto de boca, a fala mansa... Ah, está vendo aí? Já comecei a babar por aqui de novo, quando na realidade eu deveria te expulsar da minha mente, porque tudo isso não passa de uma farsa.
Tudo o que vem acontecendo são mais algumas de suas artimanhas para me guardar por mais algum tempo na geladeira, porque você sabe que, se eu passar muito tempo longe de lá, eu azedo, eu estrago. Porém, tolinha do jeito que sou, custo a acreditar que você seja capaz de cometer tamanha audácia, justo comigo que sempre movi céus e terras para te ter por perto. Por isso, pareço não passar, para você, de um pretérito-não-tão-perfeito e nem tão bom o suficiente para ser reconstituído... Fazer com que ele renasça e torne-se presente. No entanto, por que eu devo me espantar com as suas atitudes?
Qual a graça de reviver um amor antigo, se as possibilidades de novos são tantas? Qual vantagem você teria em me manter por perto? Afastar os novos flertes seria uma? Mas há uma parte boa em reconhecer tudo isso: me mostra que também estou vulnerável à novos amores e a esquecer de você, de nós.
Você está cavando a própria cova e é fora do meu coração. Você está querendo se tornar assunto morto e enterrado pra mim. Você está tentando colocar o meu coração em luto. Cuidado! Um dia você consegue.
A minha capacidade de enxergar o que acontece debaixo do meu nariz vem diminuindo consideravelmente. Para ser mais franca, acho que não se trata de capacidade e, sim, de querer enxergar.
Você vem e veste a sua fantasia de bom moço e eu fico êxtasiada com isso. Sempre te achei lindo bancando o bom moço, chego até a acreditar que tenha sido isso que me fez apaixonar por você. O sorriso de canto de boca, a fala mansa... Ah, está vendo aí? Já comecei a babar por aqui de novo, quando na realidade eu deveria te expulsar da minha mente, porque tudo isso não passa de uma farsa.
Tudo o que vem acontecendo são mais algumas de suas artimanhas para me guardar por mais algum tempo na geladeira, porque você sabe que, se eu passar muito tempo longe de lá, eu azedo, eu estrago. Porém, tolinha do jeito que sou, custo a acreditar que você seja capaz de cometer tamanha audácia, justo comigo que sempre movi céus e terras para te ter por perto. Por isso, pareço não passar, para você, de um pretérito-não-tão-perfeito e nem tão bom o suficiente para ser reconstituído... Fazer com que ele renasça e torne-se presente. No entanto, por que eu devo me espantar com as suas atitudes?
Qual a graça de reviver um amor antigo, se as possibilidades de novos são tantas? Qual vantagem você teria em me manter por perto? Afastar os novos flertes seria uma? Mas há uma parte boa em reconhecer tudo isso: me mostra que também estou vulnerável à novos amores e a esquecer de você, de nós.
Você está cavando a própria cova e é fora do meu coração. Você está querendo se tornar assunto morto e enterrado pra mim. Você está tentando colocar o meu coração em luto. Cuidado! Um dia você consegue.
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